sábado, 16 de julho de 2011

Que bom saber que ainda existem pessoas que escolhem a verdade!

Que bom saber que ainda existem pessoas que escolhem a verdade!
Um pássaro voa ao encontro de seus ideais, luta, sofre ... muitas vezes pensa até em desistir ...
LAGRIMAS? ... uma busca constante pelo sorriso ...
Busco o tempo todo tentar entender ... aí me pergunto: entender o quê?
A vida nem sempre nos permite resposta concretas, sinto falta de verdades!
O passado deixa marcas irreparáveis, mas com afinco tentamos nos desprender e para isso são necessárias mais que palavras. As atitudes são fundamentais para uma boa metamorfose.
Como chora o coração ao perceber o engano, na tentativa do acerto acabamos nos deparando com o erro. Penso em desistir, olhar de outra forma, mas não consigo respostas.
O encontro dos corpos em um abraço, em um gesto simples como um aperto de mão, simplesmente um olhar. Não é preciso saber poesia, recitar versos. Mas é preciso sentir, viver essa magia chamada AMOR! A sinceridade transpassa o corpo, atingindo o mais intimo de nossa alma, ela conquista e nos faz perceber o quanto somos dependentes um do outro. Uma dependência sadia, em que não há exigências, mas sim complemento.
Poderia ficar dias escrevendo e filosofando, mas prefiro sentir. Parar tudo o que estou fazendo e lembrar-me dos momentos bons das palavras vindas do profundo, não das da superficialidade que o social nos impõe.
Mário Quintana, vem ao encontro dos amantes e nos deixa um pequeno bilhete a ser entregue para aqueles a quem queremos bem:
“Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...”
[...]
Se me esqueceres, só uma coisa, esquece-me bem devagarinho.
Como é bom quando os olhares se cruzam sem interesse, nessa troca existe muito mais do que podemos enxergar. Existe o inimaginável, existe uma energia que toca profundamente nosso ser.
A voz, o suspiro e o respirar nos satisfazem mesmo quando a distância não permite o encontro dos corpos, então prefiro acreditar no encontro de almas. Almas que se cruzam e em algum momento precisam se distanciar, quem sabe para dar espaço aos prazeres passageiros ou então a um “outro” que conseguirá preencher com mais ousadia esse vazio que um pobre poeta com suas palavras jamais conseguirá ocupar.
Não existem lágrimas capazes de amenizar o desencontro, mas existem forças superiores capazes de nos dar discernimento.
Se me esqueceres, só uma coisa, esquece-me bem devagarinho”
                 Cleberson

sábado, 7 de maio de 2011

Eu “droga” .... o Outro "droga" ... e a Droga

Quantas vezes nos deparamos dizendo “droga”?

Um longo processo no caminho do descobrimento pessoal é descobrir o que, ou quem são as drogas que nos permeiam. E ainda se nós somos alguma “droga” na vida de outras pessoas.

A droga é uma substância química que causa efeitos variados que podem resultar em total dependência. Assim também somos nós seres humanos enquanto “drogas”, causamos diversos danos à vida de outras pessoas, e fazemos com elas se tornem escravas de nossos desejos.

A droga sequestra a subjetividade do indivíduo, o torna escravo de suas razões. Que razões são essas? Podemos atribuir essas razões a busca constante do ser humano ao encontro de um “outro” que preencha as lacunas da carência, da solidão e muitas vezes do desprezo. Podemos falar então em falta de amor. Talvez amor próprio ou ainda amor provindo do “outro”. O Ser humano não foi criando para viver sozinho. Sentir falta de alguém, ou de algo, faz parte de nossas essências. O que pode nos diferenciar é a forma com que vamos buscar esse alguém, e quem será esse alguém.

Nossa juventude vem passando por um doloroso processo de abandono. Os pais não tem tempo para abraçar seus filhos e seus filhos não encontram razões para o fazer, visto que na sociedade os abraços são “vendidos” de acordo com a conveniência de casa indivíduo.

Sabendo que nós precisamos do “outro” é mais que natural que o busquemos, e nessa busca quando não há maturidade acabamos nos deixando levar pelo comodismo, pelas coisas fáceis e mundanas, pois são “mais prazerosas” e acessíveis. É ai que as “drogas” acabam nos abraçando e nós nos rendemos ao seu imenso poder de sedução, nos tornando totalmente dependentes. Sequestrados. Perdemos nossa identidade na busca por ela. Deixamos-nos levar pelos prazeres e esquecemos-nos de olhar nossas individualidades deixando assim que o “outro” tome nossas decisões, fazendo de nos meras marionetes (dominador X dominado).

Se você encontra-se na posição de sequestrado ou sequestrador de alguém só existe um caminho. “E disse Jesus: ‘Eu sou o caminho a verdade e a vida, quem crê em mim viverá’”.


Cleberson Pinelli
[continua ...]

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Jovens são dependentes de mídias sociais

Após ficarem 24 horas offline para pesquisa da Universidade de Maryland (EUA), estudantes se consideram "claramente viciados"
Redação iG Jovem


Um estudo recém-publicado pela Universidade de Maryland (EUA) indica que alunos de colégios americanos podem estar, literalmente, viciados em mensagens instantâneas e redes sociais. Na pesquisa, os estudantes usaram expressões comuns a dependentes de álcool e drogas para descrever o que sentem quando precisam ficar sem esse tipo de informação: “em abstinência”, “fissurado”, “muito ansioso”, “extremamente inquieto”, “em estado miserável”, “palpitante” e “louco”.
A pesquisa, que obrigou 200 estudantes a ficar offline por 24 horas e foi baseada em relatos escritos após a experiência, coletou depoimentos alarmantes. “Estou claramente viciado e a dependência é doentia”, disse um dos entrevistados. “Mandar mensagens de texto para meus amigos me dá uma constante sensação de conforto”, contou outro.
A conclusão dos pesquisadores é de que, além de não desejarem, talvez os jovens não sejam capazes de abandonar as mídias sociais. “Ficamos surpresos com a quantidade de vezes em que eles disseram estar ‘incrivelmente viciados’”, reportou Susan D. Moeller, a diretora do projeto. Para responder ao estudo, os estudantes escreveram o equivalente a um livro de 400 páginas contando o que sentiram no período de abstinência. “Ficar sem essas mídias significa, para eles, ficar sem os amigos e a família”.
Apesar de alguns dos entrevistados revelarem assistir a telejornais, eles não têm o costume de se informar em sites de notícia ou escutar jornal no rádio do carro. O curioso é que esses jovens sabiam de acontecimentos bem específicos. Como eles conseguem se manter atualizados? Na verdade, informações de todos os tipos chegam às redes sociais, como Facebook e Twitter. Se algo lhes despertar muito a atenção, aí sim, eles procuram mais detalhes.  
“Para ser sincero, eu estou feliz por não ter conseguido cumprir o acordo”, escreveu um estudante. “Se eu não tivesse ligado meu computador, eu não estaria atualizado sobre o violento terremoto que aconteceu no Chile. Fiquei sabendo por um post informal no Tumblr”, completou.
No Brasil, as informações e as redes sociais são cada vez mais acessíveis, mas ainda são menos populares se comparadas a países desenvolvidos, como os Estados Unidos. “Com os avanços tecnológicos, as relações lá são muito digitais. Para esses jovens, o real é o virtual”, afirma Marcelo Niel, psiquiatra do PROAD (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes de Álcool e Drogas) da Unifesp.
Segundo o especialista, o vício em mídias sociais não é tão ameaçador quanto em álcool e drogas, mas pode gerar ansiedade, depressão, insônia e fobia social. “O problema é sério e também atrapalha a saúde, mas não há prejuízos perigosos, como deterioração cerebral por causa dos efeitos químicos”.
Você se considera viciado em internet e mídias sociais?


Disponível em: 
http://jovem.ig.com.br/oscuecas/noticia/2010/04/28/jovens+sao+dependentes+de+midias+sociais+9471408.html

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Será que a culpa é só do Reality Show?

Amigo leitor, desde já quero deixa claro que a intenção desse texto não é de defender os Reality Shows, mas sim de dialogar com os críticos que acham intolerante um programa igual a esse.
Bem, sabemos que cultura é uma coisa passada de geração para geração. Fico pensando o quê que essas pessoas ditas “cultas” fazem para que sua família ou amigos não assistam, ou melhor, não dêem audiência para esses programas.
Sugere um filme que fale sobre sociologia, filosofia, história, religião ou assuntos que pertencem ao mesmo gênero. Deve ser! E como não é necessário ser um sábio o aproveitamento ou o interesse por algum desses filmes é quase nulo por grande parte dos brasileiros. Quantos filhos brigam com seus pais quando os mesmo ficam durante quase 4 horas na frente da TV assistindo novelas, no entanto não movem um dedo para mostrar outras coisas, ditas “mais sadias”, melhor ainda, será que essa pessoa incomodada com o que os outros assistem já perguntou se quem assiste a um programa como o BBB se sente feliz assistindo aquilo.
Hoje a internet proporciona muitos aplicativos para entretenimento como MSN, TWITTER, ORKUT, entre outros. O que existe de tão diferente em uma hora de BBB e uma hora em frente a um computador sem tirar nenhum proveito “cultural” disso? Isso também não é entretenimento? Imagino que ninguém ganhe nada com aquelas propagandas vinculadas nesses sites de relacionamento. Posso até imaginar a cena começa o big brother e alguém resmunga, critíca e tudo mais. Então vai para o computador liga o MSN e todos os programas de relacionamento que possui e fica ali conversando e bisbilhotando sobre a vida alheia até altas horas da madrugada. Temos ainda os pais que proíbem os filhos de assistirem essas “porcarias” como eles dizem, mas não se importam que o filho fique doze horas jogando play3,  vendo seriados na TV ou baixando da web.
O grande problema não é assistir, penso que o problema é não ter a capacidade de visualizar as questões tipicamente envolvidas naquele contexto. As personagens são pessoas sem inteligência? Ótimo então quem assiste também não tem?! E Em consequência disso elege nossos governantes? Melhor, será que a qualidade desses candidatos é superior a de um integrante de Reality Show?
Será que essas decisões não estão mais relacionadas a nossos fatores sociais, históricos e até mesmo ideológicos. E as pessoas “cultíssimas” sabem responder por que seus programas não conseguem bater a audiência nem das piores novelas televisionadas? Incomoda-se tanto assim que as pessoas assistam programas sem qualidade, fica a dica, proporcionem então programas melhores, ou comece por ser mais gentil com quem ainda não sabe refletir acerca dessas mazelas impostas pelas grandes mídias.   

 “Por trás de todo conservador há um perverso”.
                                                                               (Freud)

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“O outro é a janela de onde me enxergo”

Por: Cleberson Pinelli

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Homens vs Mulheres



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Origem: http://www.madafoquer.com.br/homens-vs-mulheres/#more-1662

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